O dia desde cedo já não parecia normal, talvez fosse os pensamentos do que estaria por vir ou talvez fosse o dia mesmo, em que tudo estava atípico. Não dava vontade de fazer nada, a não ser tentar se livrar dos pensamentos recorrentes. Parecia que quanto mais esforço se fazia para eliminar tais pensamentos, mais eles se firmavam em sua mente. Queria apenas entender o porquê de se sentir daquele jeito. Os desejos eram claros, queria muito poder estar em um lugar no qual não estava presente!
No fundo sabia que em cinzas se transformou o dia que era para ter sido um dos mais memoráveis de sua existência.
Não tinha raiva, nem pensamentos ruins, só estava inconformada com o destino, que mais uma vez decidia por si só uma decisão que tinha que ser pessoal. Sorte? Azar? Não importa, o fato é que aquilo que havia desejado há muito, não se realizaria mais.
Só se sabe que pegou a taça de vinho, sentou-se na varanda e em cada gole foi observando a chuva que insistia em cair como se fossem suas próprias lágrimas, agora sim, podia-se dizer que estava em paz com seus pensamentos.
No fundo sabia que em cinzas se transformou o dia que era para ter sido um dos mais memoráveis de sua existência.
Não tinha raiva, nem pensamentos ruins, só estava inconformada com o destino, que mais uma vez decidia por si só uma decisão que tinha que ser pessoal. Sorte? Azar? Não importa, o fato é que aquilo que havia desejado há muito, não se realizaria mais.
Só se sabe que pegou a taça de vinho, sentou-se na varanda e em cada gole foi observando a chuva que insistia em cair como se fossem suas próprias lágrimas, agora sim, podia-se dizer que estava em paz com seus pensamentos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário