Sábado, 30 de janeiro
Acabei por acordar mais tarde do que de costume. Para minha sorte, meu vôo só sairia à tarde. Rufus já estava de pé, enquanto eu me levantava para tomar um bom banho. Foi um banho revigorante, a mesa do café já estava posta quando saí. Vesti-me e aproveitei aquela pequena refeição, tinha muito que fazer com minhas malas e decidir se realmente voltaria para buscar aquele que era meu prêmio pela caçada.
Muito pensei e organizei durante a manhã. Como num passe de mágica, já era hora do almoço e eu ainda não tinha decidido ou mesmo terminado de preparar tudo. Comi rápido e voltei a meus afazeres, mas a pele do felino ainda era uma grande indecisão. Já que a hora do meu vôo se aproximava, deixei o assunto trancafiado na mente até outra oportunidade.
Saímos um pouco atrasados, o que obrigou Rufus a dirigir um pouco mais rápido. Cheguei ao aeroporto ainda com tempo para um cafezinho de despedida. Sentamo-nos ali em um Cafe e conversamos uns poucos minutos na espera do tempo passar. Meu amigo comentou muito sobre nossa caçada, preferi manter-me calado e apenas concordar com todos os adjetivos usados por ele. Não estava confortável com o assunto tratado e acredito que ele percebeu isso. Logo falávamos sobre trabalho e quando eu voltaria ali para visitá-lo. Enrolei para responder a tudo isso e ficou sem resposta. Era hora do embarque e apressei-me em me despedir e ir em direção ao avião.
Foi um vôo tranqüilo o suficiente para que eu descansasse um pouco mais e colocasse as idéias em ordem. Foram horas de filosofia! Cada vez mais, estava certo que aquele prêmio deveria ficar com Rufus. E foi então, movido pela curiosidade desnecessária, coloquei-me a pensar de quem seria o tiro que matou o felino. Impossível que eu soubesse, fechara meus olhos no momento. Foi o suficiente para me ocupar o restante da viagem.
De volta em casa, encontrei tudo em ordem. Deixei para desfazer as malas depois. Sentei-me na poltrona e voltei a matutar sobre os tiros. Certos momentos, até me alegrei em pensar que poderia ser um dos meus 2 tiros que acertou a caça. Depois, acreditava que tinha errado e que Rufus fora o grande caçador da noite. Adormeci assim. Um leve sono de minutos e os olhos amarelos do felino preenchiam meus pensamentos. O vermelho tingia vagarosamente aquela imagem. Acordei. Tinha tomado minha decisão, mesmo preferindo acreditar que o destino a tomou por mim.
Escrevi uma carta rápida a Rufus, contando da minha chegada e desejando a ele felicidades e que aproveitasse a pele. Era dele agora, se lá voltasse, não seria para buscá-la e me sentiria ofendido se ele insistisse.
Meu sono ficou um pouco prejudicado pelo dia de hoje. Estou aqui em claro, com a carta selada ao meu lado. Creio que chegou a hora de convencer-me que aquela não era minha noite de Caçador e que o prêmio deve ser e outro! Dormir agora e esperar pela próxima oportunidade...
Acabei por acordar mais tarde do que de costume. Para minha sorte, meu vôo só sairia à tarde. Rufus já estava de pé, enquanto eu me levantava para tomar um bom banho. Foi um banho revigorante, a mesa do café já estava posta quando saí. Vesti-me e aproveitei aquela pequena refeição, tinha muito que fazer com minhas malas e decidir se realmente voltaria para buscar aquele que era meu prêmio pela caçada.
Muito pensei e organizei durante a manhã. Como num passe de mágica, já era hora do almoço e eu ainda não tinha decidido ou mesmo terminado de preparar tudo. Comi rápido e voltei a meus afazeres, mas a pele do felino ainda era uma grande indecisão. Já que a hora do meu vôo se aproximava, deixei o assunto trancafiado na mente até outra oportunidade.
Saímos um pouco atrasados, o que obrigou Rufus a dirigir um pouco mais rápido. Cheguei ao aeroporto ainda com tempo para um cafezinho de despedida. Sentamo-nos ali em um Cafe e conversamos uns poucos minutos na espera do tempo passar. Meu amigo comentou muito sobre nossa caçada, preferi manter-me calado e apenas concordar com todos os adjetivos usados por ele. Não estava confortável com o assunto tratado e acredito que ele percebeu isso. Logo falávamos sobre trabalho e quando eu voltaria ali para visitá-lo. Enrolei para responder a tudo isso e ficou sem resposta. Era hora do embarque e apressei-me em me despedir e ir em direção ao avião.
Foi um vôo tranqüilo o suficiente para que eu descansasse um pouco mais e colocasse as idéias em ordem. Foram horas de filosofia! Cada vez mais, estava certo que aquele prêmio deveria ficar com Rufus. E foi então, movido pela curiosidade desnecessária, coloquei-me a pensar de quem seria o tiro que matou o felino. Impossível que eu soubesse, fechara meus olhos no momento. Foi o suficiente para me ocupar o restante da viagem.
De volta em casa, encontrei tudo em ordem. Deixei para desfazer as malas depois. Sentei-me na poltrona e voltei a matutar sobre os tiros. Certos momentos, até me alegrei em pensar que poderia ser um dos meus 2 tiros que acertou a caça. Depois, acreditava que tinha errado e que Rufus fora o grande caçador da noite. Adormeci assim. Um leve sono de minutos e os olhos amarelos do felino preenchiam meus pensamentos. O vermelho tingia vagarosamente aquela imagem. Acordei. Tinha tomado minha decisão, mesmo preferindo acreditar que o destino a tomou por mim.
Escrevi uma carta rápida a Rufus, contando da minha chegada e desejando a ele felicidades e que aproveitasse a pele. Era dele agora, se lá voltasse, não seria para buscá-la e me sentiria ofendido se ele insistisse.
Meu sono ficou um pouco prejudicado pelo dia de hoje. Estou aqui em claro, com a carta selada ao meu lado. Creio que chegou a hora de convencer-me que aquela não era minha noite de Caçador e que o prêmio deve ser e outro! Dormir agora e esperar pela próxima oportunidade...
