Saiu de casa disposto a resolver a situação. Passadas largas e fortes marcavam sua marcha rumo ao paraíso iminente de uma resolução. O sol de início de tarde estava escaldante e, juntamente com um clima seco, foi responsável por uma leve tontura. Mas ele estava convicto do que faria! Chegaria lá, falaria tudo que tinha ficado desde aquele último encontro.
Tudo estava claro e, agora, tornava-se quente. Ficou difícil de se pensar. Os olhos não respeitavam os limites da realidade. Foi melhor sentar-se na cadeira de uma sorveteria. Um sorvete cairia bem!
Sentado, direcionava seu olhar para a rua. Observava cada pessoa que passava por ali. Em todas, via o motivo da sua falta de solução! Realmente estava delirando! Talvez fosse hora de procurar um médico para tratar disso, mas não conhecia um especialista em coração (...) não no seu (...) Parar de pensar era a melhor medida a se tomar.
- Um sorvete de limão, por favor! - fez seu pedido
E logo a jovem garçonete anotou e foi providenciar o pedido. Deixou o jovem lá sentado. Do balcão, um leve sorriso e olhos brilhantes. Preferiu não entender o porquê dos 10 minutos entre sua pergunta e a resposta do moço!
Tudo estava claro e, agora, tornava-se quente. Ficou difícil de se pensar. Os olhos não respeitavam os limites da realidade. Foi melhor sentar-se na cadeira de uma sorveteria. Um sorvete cairia bem!
Sentado, direcionava seu olhar para a rua. Observava cada pessoa que passava por ali. Em todas, via o motivo da sua falta de solução! Realmente estava delirando! Talvez fosse hora de procurar um médico para tratar disso, mas não conhecia um especialista em coração (...) não no seu (...) Parar de pensar era a melhor medida a se tomar.
- Um sorvete de limão, por favor! - fez seu pedido
E logo a jovem garçonete anotou e foi providenciar o pedido. Deixou o jovem lá sentado. Do balcão, um leve sorriso e olhos brilhantes. Preferiu não entender o porquê dos 10 minutos entre sua pergunta e a resposta do moço!

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