Acordar cedo não era um problema até alguns dias atrás. Falando com exatidão de tempo, 17 dias com o sentimento de preguiça descomunal de manhã. Nada tem sido pior que o despertador, o carrasco dos meus dias! Já tentei mudar a música, o volume e a hora de tocar... não funcionou!
Chega então o momento de refletir sobre o problema. Culpei a vida! O que me levou a mais outro grande momento de reflexão, sobre o que é preciso para melhorar. O resultado não foi animador, o final da linha é: O problema é a vida e a solução pra isso é ter uma vida! Confuso, mas no fundo tem um sentido pertubador. E, finalmente, tem-se o estágio da aplicação.
Já não sei mais o que pensar, só que me falta viver. O que redime a vida da sua culpa! E volto ao ponto inicial. O que eu preciso fazer para sair dessa situação? E aqui vou eu, mais um pouco de reflexão.
Quero uma vida! Mais feliz, menos trabalhosa, mais lenta, menos turbulenta, mais uma monte de coisa e menos outro monte do mesmo tamanho. E, então, ver que eu quero mais e menos das mesmas coisas, a eterna busca pelo equilíbrio. Mas e o tempo? Será que tenho o suficiente para achar esse ponto? Seria uma perda de tempo? E o equilíbrio seria a felicidade plena ou apenas o ponto onde ela e seu oposto estão de mãos dadas? Eis o momento engraçado, pensar na vida como uma balança, onde tudo o que preciso fazer é equilibrar pratos!
Talvez seja hora de parar o tempo, olhar para a minha balança e trabalhar um pouco mais nela. Ou, quem sabe, é só mudar a música do meu despertador de novo. Se der errado, eu penso em outra depois, deve existir uma música própria para isso! Eu vou encontrá-la!!!
Chega então o momento de refletir sobre o problema. Culpei a vida! O que me levou a mais outro grande momento de reflexão, sobre o que é preciso para melhorar. O resultado não foi animador, o final da linha é: O problema é a vida e a solução pra isso é ter uma vida! Confuso, mas no fundo tem um sentido pertubador. E, finalmente, tem-se o estágio da aplicação.
Já não sei mais o que pensar, só que me falta viver. O que redime a vida da sua culpa! E volto ao ponto inicial. O que eu preciso fazer para sair dessa situação? E aqui vou eu, mais um pouco de reflexão.
Quero uma vida! Mais feliz, menos trabalhosa, mais lenta, menos turbulenta, mais uma monte de coisa e menos outro monte do mesmo tamanho. E, então, ver que eu quero mais e menos das mesmas coisas, a eterna busca pelo equilíbrio. Mas e o tempo? Será que tenho o suficiente para achar esse ponto? Seria uma perda de tempo? E o equilíbrio seria a felicidade plena ou apenas o ponto onde ela e seu oposto estão de mãos dadas? Eis o momento engraçado, pensar na vida como uma balança, onde tudo o que preciso fazer é equilibrar pratos!
Talvez seja hora de parar o tempo, olhar para a minha balança e trabalhar um pouco mais nela. Ou, quem sabe, é só mudar a música do meu despertador de novo. Se der errado, eu penso em outra depois, deve existir uma música própria para isso! Eu vou encontrá-la!!!

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